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O inglês que o mundo vai falar
Quase todo dia você ouve alguém acender o sinal vermelho. Falar inglês é fundamental, sem ele ninguém vai conseguir boas oportunidades profissionais etc. etc. É um drama. Agora, uma notícia confortadora: é possível aprender inglês sem sofrer, respeitando cultura, potencialidades e, especialmente, a necessidade de cada um. Para espanto dos puristas, admite-se até cometer erros formais, desde que você se comunique. Quem prega o advento do "inglês possível" é a professora e consultora Cristina Schumacher, também fluente em alemão, francês, espanhol e japonês. Autora de Inglês Urgente para Brasileiros: Soluções Simples e Práticas para Aprender de Vez, que foi lançado em outubro e liquidou a primeira edição em um mês, Cristina sugere que se desmistifique o inglês e alerta: duvide da escola que fizer promessas milagrosas.

AMANHÃ - Por que é urgente para o brasileiro estudar inglês?
CRISTINA - Porque a globalização acontece no inglês, e quem não tem condições de usar essa ferramenta de comunicação é excluído do processo, fica marginal, assistindo.

AMANHÃ - Por que o inglês se tornou o idioma da globalização?
CRISTINA - O que acontece com o inglês é semelhante ao que aconteceu com o latim na época do Império Romano ou com o francês no século passado. A língua mais falada pela maior parte das pessoas num determinado momento do mundo reflete a cultura e a hegemonia de cada época. Hoje, os Estados Unidos fazem as regras do jogo, do ponto de vista econômico, cultural. Era somente no Ocidente, agora é quase em todo o mundo.

"A globalização acontece no inglês. Quem não usa essa ferramenta é excluído do processo, fica marginal, assistindo"

AMANHÃ - A difusão do inglês pelo mundo se explica apenas pela hegemonia americana?
CRISTINA - Eu não faria essa redução tão simples. Existem outros fatores. A Inglaterra teve um papel parecido com o dos Estados Unidos. Foram dois golpes sucessivos de culturas que usam essa língua. A língua vem na esteira de outros movimentos de cunho econômico, social, cultural. E, ao contrário do que se possa pensar, o inglês é muito flexível. Pessoas de diferentes culturas usam inglês para se comunicar. Essa é a grande flexibilização: o uso de uma forma que não tem as exigências do falante nativo, do inglês, do americano. O inglês é a língua da globalização porque é a língua falada por estas culturas, estes dois povos, o inglês e depois o americano, que ocuparam uma posição de proeminência econômica. É o capitalismo, que tem o seu maior exemplo na famosa terra de oportunidades que são os Estados Unidos.

AMANHÃ - O inglês carrega esta visão da terra de oportunidades? Simboliza os Estados Unidos?
CRISTINA - Não perdemos em desvincular uma coisa da outra. A partir do momento em que a língua inglesa ganha status de ferramenta de comunicação internacional, ela não precisa ficar vinculada à sua cultura de origem porque não é falada com aquela complexidade e não se reveste da mesma formalidade. Se eu falar com um russo, vou conversar em inglês com ele. Se um alemão se encontrar com um japonês, vai falar em inglês. E esse inglês será muito simples do ponto de vista estrutural. A questão é esta: tenho a minha a cultura, não preciso passar por cima dela para estar capacitada a usar outra língua. Há uma expectativa, principalmente entre professores, de buscar a pronúncia correta, a estrutura perfeita. Isso é louvável. Por outro lado, culturalmente, jamais vou conseguir apagar o meu passado, o meu entorno, a minha leitura da realidade - a realidade brasileira. Isso aparece quando eu falo, independentemente da língua que use. Ou nos dedicamos de corpo e alma a nos embebedar de uma outra cultura... Mas parece que não é esse o desejo das pessoas que estão aí trabalhando, tentando ganhar espaço. Elas querem saber inglês para se comunicar, não para se vestir com a bandeira dos Estados Unidos. Há diferença entre estudar a língua com a intenção de se envolver naquela cultura ou com um fim utilitário.
Fonte:
http://amanha.terra.com.br/arquivo/149/Vista/vista_1.html

http://amanha.terra.com.br/arquivo/149/Vista/vista_1.html
Guilherme Diefenthaeler
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